Toda essa quantidade vai para o aterro sanitário de Piratininga, sem separação entre recicláveis, orgânicos e rejeitos. O gasto municipal é de aproximadamente R$ 20 milhões por ano com coleta, transporte e destinação final.
Atualmente, menos de 3% dos resíduos sólidos urbanos são reciclados em Bauru. Mais de 51% do lixo coletado no Brasil é matéria orgânica, que poderia ter destino completamente diferente do aterro.
Dados do PLANARES 2022. Mais da metade desse volume é matéria orgânica que poderia ser compostada. Mas o Brasil ainda não tem infraestrutura de compostagem em escala para receber tudo isso.
Quando resíduos orgânicos vão para o aterro, decompõem-se em condições anaeróbias e liberam metano, um gás com poder de aquecimento global 28 vezes maior que o CO₂. A compostagem aeróbia evita essa emissão e ainda produz um fertilizante que substitui insumos químicos.
Estimativa baseada no fator de emissão de metano de resíduos orgânicos em aterros sanitários.
Fertilizante orgânico Classe IIA devolvido à terra como nutriente. Ciclo completo fechado.
Equivale a 48 carretas cheias que, em vez de seguir para o aterro, terminam como composto orgânico.
Área geográfica atendida pela BioSinergia a partir de Bauru. Interior paulista coberto com frota própria.
* Estimativas calculadas com base em metodologias do IPCC e do Programa Brasileiro GHG Protocol. Dados sujeitos a atualização.
A compostagem não é uma tendência. É uma obrigação prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos, reforçada pelo Marco do Saneamento de 2020 e alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. A BioSinergia opera exatamente nesse ponto de convergência.
Até 2030, reduzir o impacto ambiental negativo das cidades, com atenção especial à gestão de resíduos municipais. A compostagem é um dos indicadores do ODS 11.
Redução de emissões de metano pelo desvio de resíduos orgânicos de aterros sanitários. A compostagem aeróbia evita a geração de gases de efeito estufa.
Gestão sustentável e uso eficiente dos recursos naturais. A compostagem transforma resíduo em insumo agrícola, fechando o ciclo de nutrientes de forma responsável.
Política Nacional de Resíduos Sólidos. Estabelece responsabilidade compartilhada e obriga empresas a elaborar Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS).
Determinou o encerramento de todos os lixões e aterros controlados do Brasil até 2024. Reforça a urgência da compostagem como alternativa de escala.
Obriga grandes geradores a contratar serviço especializado de coleta e destinação de resíduos orgânicos, com emissão de MTR e CDF via SIGOR-CETESB.
Não basta afirmar que o resíduo não foi para o aterro. O composto orgânico é a evidência tangível de que a transformação aconteceu. Cada saco de 3 kg é uma fração de tonelada que voltou à terra como nutriente.
O composto Classe IIA produzido pela BioSinergia melhora a estrutura do solo, aumenta a retenção de água, reduz a necessidade de fertilizantes sintéticos e contribui para a saúde dos ecossistemas locais.
ABNT NBR 10004. Seguro para uso agrícola e doméstico.
Zero aditivos químicos. Obtido exclusivamente por processo biológico aeróbio.
Prático para uso doméstico, hortas e jardins.
Produzido em usina licenciada. Rastreabilidade documentada via SIGOR.
Por isso a BioSinergia criou a Associação de Compostagem de Bauru: uma estrutura que agrega geradores, municípios, pesquisadores e empresas em torno de um objetivo comum. A mudança de escala só acontece com todos juntos.
A associação é o próximo passo: transformar o que a BioSinergia prova ser possível em política pública, em cultura de separação, em mais usinas e mais cidades com zero orgânico indo para o aterro.
Conecta empresas e municípios que querem avançar em compostagem com quem já sabe fazer.
Evidências de operação real para subsidiar decisões de gestão de resíduos no interior paulista.
Residência, restaurante ou indústria. O seu resíduo orgânico tem um destino melhor que o aterro. Fale com a equipe.
Thiago · (14) 98803-5242 · Beatriz · (14) 98115-5478